Policlínica de Itabuna será inaugurada governador Rui Costa e atenderá à população de 29 municípios da região sul

” A unidade representa um investimento superior a R$ 25 milhões e contará com 78 profissionais entre médicos, enfermeiros, psicólogo, farmacêutico, nutricionista, ouvidor, assessores técnicos, assistente social, técnicos em enfermagem, técnicos em radiologia”

Será entregue nesta sexta-feira (20), às 9 horas, pelo governador Rui Costa, a Policlínica Regional de Itabuna, a 13ª unidade deste tipo da na Bahia. A unidade representa um investimento superior a R$ 25 milhões e contará com 78 profissionais entre médicos, enfermeiros, psicólogo, farmacêutico, nutricionista, ouvidor, assessores técnicos, assistente social, técnicos em enfermagem, técnicos em radiologia e assistentes administrativos.

Moradores dos municípios do consórcio de saúde formado por Almadina, Arataca, Aurelino Leal, Barro Preto, Buerarema, Camacã, Canavieiras, Coaraci, Firmino Alves, Floresta Azul, Gongogi, Ibicarai, Ibirapitanga, Ilhéus, Itabuna, Itacaré, Itaju do Colônia, Itajuípe, Itapé, Itapitanga, Itororó, Jussari, Mascote, Pau Brasil, Potiraguá, Santa Cruz da Vitória, Santa Luzia, São José da Vitória e Una terão à disposição consultas médicas em diversas especialidades como angiologia, cardiologia, endocrinologia, gastroenterologia, neurologia, ortopedia, oftalmologia, otorrinolaringologia, ginecologia/obstetrícia, mastologia e urologia e contarão com micro-ônibus gratuitos parta ter acesso à policlínica.

Serão ainda oferecidos diversos diversos exames como ressonância magnética (com e sem contraste), tomografia (com e sem contraste), mamografia, ultrassonografia com doppler, ecocardiografia, ergometria, mapa, holter, eletroencefalograma, raio-X, eletrocardiograma, endoscopia, colonoscopia, nasolaringoscopia, colposcopia, histeroscopia, cistoscopia, entre outros, ligados às especialidades de oftalmologia.

 A gestão da policlínica será feita em parceria entre Governo do Estado e os municípios que integram os consórcios. Estes cobrem 60% dos custos de operação, sendo que o valor é definido proporcionalmente ao número de habitantes de cada um deles, ficando o Estado responsável pelos 40% restantes.

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