Comitê Científico do Nordeste orienta aos governadores validação de diplomas dos médicos formados no exterior

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Estimativa é que cerca de Brasil tenha 15 mil médicos formados no exterior. Medida é uma forma de aumentar quantidade de profissionais em exercício no país e, assim, reduzir déficit

O Comitê Científico do Nordeste, formado para o enfrentamento do novo coronavírus, orientou que os governadores peçam a validação dos diplomas dos médicos formados no exterior. A estimativa é de que o Brasil tenha 15 mil desses profissionais sem puderem atuar no país. O documento com a medida foi divulgado para a imprensa nesta sexta-feira (17).

Na tarde desta sexta, o governo da Bahia divulgou o ofício do Consórcio Nordeste que foi encaminhado ao Ministério da Saúde com o pedido para que seja criado um programa de complementação curricular e de avaliação na modalidade ensino-serviço, a ser realizado pelas universidades públicas, inclusive as estaduais, para validar os diplomas dos profissionais formados no exterior. O documento está assinado pelo governador Rui Costa, que é presidente do Consórcio Nordeste.

O comitê científico é formado por médicos, cientistas, físicos e pesquisadores, com o intuito de auxiliar os governadores dos estados do Nordeste na tomada de decisão durante a pandemia.

A formação do comitê foi oficializada no dia 30 de março. Mais de duas semanas depois, a Bahia já tem mais de 1 mil casos da doença, além do registro de 36 mortes.


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